quarta-feira, 24 de setembro de 2014

Trásdaponte - Trásdapontenses


A visita de um Trásdapontense radicado  há 39 anos
em Barcelona, foi pretexto para uma "almoçarada" e pôr
a conversa em dia.
Bem vindo Belicha e até à próxima visita.

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terça-feira, 16 de setembro de 2014

Trásdaponte - Panorâmica


Já que estamos em maré de panorâmicas, aqui fica mais uma,
que nos foi enviada por um amigo do Trásdaponte.

Nesta época, a quinta dos Franceses ainda era um matagal.
Podemos ver em frente à Fábrica Mundet, o edifício 
 onde
moravam alguns directores da Fábrica,assim como as
instalações dos Bombeiros Fabris. A estrada muito estreita
passava entre a Fábrica e os Estaleiros.
Só passaram 45 anos.

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quinta-feira, 11 de setembro de 2014

sexta-feira, 5 de setembro de 2014

quinta-feira, 4 de setembro de 2014

Trásdaponte - Hóquei Patins


Esta foto, mostra-nos a Equipa principal do Grupo Desportivo
da CUF em 1967.

Dela faziam parte 3 atletas formados em Trásdaponte no
Grupo Desportivo Mundet.

Os seus nomes: Leonel ( Nhéu ), Venâncio e António ( Tó Ferreira ).

Foto cedida pelo nosso amigo Tó Ferreira.

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quarta-feira, 6 de agosto de 2014

Trásdaponte - 2ª Classe 1959


E vão 55 anos. Esta é a 2ª classe em 1959. O Professor o
Sr. Silva. Foto enviada por visitante de Trásdaponte.
Nesta 2ª classe, muitos dos alunos são Trásdapontenses.
 


Escola Conde Ferreira. A primeira Escola Primária do Seixal.
Durante muitos anos, leccionaram aqui
 os  Professores
Silva e Ventura.
O edifício ainda existe, já não funciona como Escola, foi
inaugurado há 148 anos


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segunda-feira, 28 de julho de 2014

Trásdaponte - 4ª Classe de 1954


É uma foto com 60 anos. Trata-se da 4ª classe de 1954.
A professora, Idalina, uma Trásdapontense já falecida.

A foto foi-nos enviada por Júlio Mira, um seixalense
radicado em Amadora.
Além da professora Idalina, que nesta época morava por
cima da antiga Tipografia Palaio, reconheço poucos,
Joaquim Alho, e os Trásdapontenses "Coelha Branca e José João.

O Júlio Mira, gostava de ter noticias dos antigos colegas.
O contacto pode ser feito  através deste espaço.

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quarta-feira, 23 de julho de 2014

Trásdaponte - Relógio por acertar


Diz-nos um visitante do Trásdaponte que algo
se passa com o Relógio da Torre.
Uns dizem que perdeu o comboio do tempo.
Outros, mais optimistas, dizem o contrário,
que é um relógio, muito à frente do seu tempo.
Quem terá razão?
 

sexta-feira, 11 de julho de 2014

Trásdaponte - Bêco dos Calafates


Bêco dos Calafates em Trásdaponte
Foto enviada por um amigo de Trásdaponte
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quinta-feira, 3 de julho de 2014

Trásdaponte - Caminhada pelo Hospital

logo_juntos_hospital.png

Caminhada
pela construção
do Hospital no Seixal
6 de julho, 9.30 horas

Ponto de encontro: Junto à Companhia de Lanifícios de Arrentela





A Plataforma Juntos pelo Hospital no Concelho do Seixal promove uma caminhada entre a Ponte da Fraternidade e o Parque da Quinta dos Franceses para reivindicar a construção do Hospital no Seixal, a abertura de novos centros de saúde no concelho e para defender o Serviço Nacional de Saúde.

Contamos consigo, porque o acesso à saúde
é um direito de todos!










segunda-feira, 30 de junho de 2014

Trásdaponte - Banda da Timbre



Uma vez mais, vamos viajar ao passado profundo.
É uma foto com mais de 80 anos. Principio
 da déc. de 30
do séc. XX.

A foto está muito degradada, mas não podia continuar na 
caixa de papelão.
Os visitantes mais velhos do "Trásdaponte" vão reconhecer,
com certeza, alguns dos personagens da foto.

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quinta-feira, 26 de junho de 2014

Trásdaponte - Festas






Trásdaponte em Festa.

As Tendas estão montadas. Venha o pessoal

Agradecemos a colaboração de um nosso leitor.

domingo, 22 de junho de 2014

Trásdaponte - Festas de S. Pedro



Destaque para os 2 Concertos em Trásdaponte
e a Marcha das Canas, organização da
Timbre Seixalense

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terça-feira, 17 de junho de 2014

Trásdaponte - Coreto



Um visitante do Trásdaponte, enviou-nos um recorte do
jornal " A Voz da Timbre " de 14 de Abril de 1968.

Esta Comissão ainda existe?
Algum dos seus elementos está vivo?
 

sexta-feira, 13 de junho de 2014

domingo, 8 de junho de 2014

Trásdaponte - Mundet



Cartaz publicitário usado pela Fábrica Mundet a um seu
produto. As Rolhas de cortiça.
 

segunda-feira, 2 de junho de 2014

Trásdaponte - 25 de Abril de 1975


A Banda da Timbre desfila pelas ruas do Seixal no dia
25 de Abril de 1975.

Mais uma foto que nos foi enviada por um leitor de Trásdaponte.

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quinta-feira, 29 de maio de 2014

Trásdaponte - Hospital do Seixal



 

A construção do Hospital no Seixal é uma necessidade urgente para dar resposta à falta de meios e equipamentos de saúde na península de Setúbal e no concelho do Seixal.  
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 Participe no Fórum Seixal e conheça o projeto e as valências do novo hospital, porque o acesso à saúde é um direito de todos.
30 DE MAIO - 18 HORAS
Lar da Associação Unitária de Reformados,
Pensionistas e Idosos do Seixal


  






terça-feira, 27 de maio de 2014

Trásdaponte - Foto



Um visitante do Trásdaponte enviou-nos uma foto:
A torre da igreja do Seixal, vista de um ângulo diferente



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sexta-feira, 23 de maio de 2014

Trásdaponte - Eleições



A  CDU, escolheu  Trásdaponte como o local para
encerramento da sua Campanha Eleitoral.
Boa sorte CDU




quarta-feira, 21 de maio de 2014

Trásdaponte - Poema

Um visitante do Trásdaponte enviou-nos um
poema de Manuel Rebelo, dedicado à
Mulher Corticeira



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quinta-feira, 8 de maio de 2014

Trásdaponte - Lixo - Privatização

  
Melhor Ambiente,
contra a Privatização dos Resíduos
13 de maio, terça-feira, 18 horas
Sociedade Filarmónica Democrática Timbre Seixalense




O encontro Melhor Ambiente, contra a Privatização dos Resíduos pretende esclarecer a população relativamente à intenção do Governo de privatizar a AMARSUL, empresa responsável pela gestão do aterro sanitário que recebe os resíduos sólidos produzidos no concelho e que conta com a participação dos municípios da região em 49% do seu capital social. A restante percentagem é detida pelo Estado, a qual o Governo pretende agora privatizar.

Este debate, enquadrado no Fórum Seixal – Mais Participação Melhor Futuro, pretende alertar e discutir com os habitantes do concelho os riscos e consequências da privatização da empresa:
·         Aumento dos preços e taxas de resíduos a suportar pelas populações;
·         Pior prestação de serviços;
·         Degradação ambiental;
·         Transformação da gestão dos resíduos num negócio privado.





Participe neste debate pelo futuro do seu município!


Na Timbre Seixalense em Trásdaponte


sexta-feira, 2 de maio de 2014

Trásdaponte - 1º de Maio



Comemorações do Dia Internacional do Trabalhador em
Trásdaponte com a presença da Timbre Seixalense. 






Aqui, um mini concerto realizado em Paio Pires, também
com a presença da Timbre Seixalense.

domingo, 27 de abril de 2014

Trásdaponte - 1º de Maio



Presença da Banda da Timbre Seixalense nas Comemorações
do 1º de Maio de 2014


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sábado, 26 de abril de 2014

Trásdaponte - Fábrica Mundet



Cartões de Boas Festas, impressos em
papel de cortiça, executados na
Fábrica Mundet - Seixal
 

terça-feira, 22 de abril de 2014

sábado, 19 de abril de 2014

Trásdaponte - Timbre -166º Aniversário


Programa do 166º Aniversário da Timbre Seixalense.


Claro que, o ano é 2014 e não 2013 como por lapso
saiu no cartaz.

segunda-feira, 14 de abril de 2014

Trásdaponte - Varinos


Possivelmente uma foto da déc. de 20 ou 30 do séc. XX.
Barcos transportadores de cortiça atracados ao cais da
Mundet em Trásdaponte.
 

quarta-feira, 9 de abril de 2014

Trásdaponte - Timbre - Concerto


É uma foto de Dezembro de 1985. Possivelmente, um
Concerto de Natal, nas antigas instalações provisórias da
Timbre, rés do chão do edifício sede, pertencente à empresa
A. Silva & Silva.

Uma foto enviada por um amigo do Trásdaponte

sábado, 29 de março de 2014

Trásdaponte - "Os Dez de Tânger"


Na próxima sexta-feira dia 4 de Abril, pelas
18 e 30 horas no Fórum Cultural do Seixal
O Eduardo Palaio vai apresentar o seu livro
"Os Dez De Tânger"
 .
O Eduardo, convida todos os amigos e visitantes
do "Trásdaponte" a estarem presentes.

Entretanto, como, que para abrir o apetite,
transcrevemos uma passagem, relacionada com
a nossa terra.
… Noite perfeita de luar, afastado da margem o Zé do Cadaste lançava a tarrafa procurando pescar a nossa ceia tardia. Disse-me que era época de apanhar bons sáveis e muges. A mulher dele entra na água e junta-se a outra mulher jovem. Ouço-as dizer que a água está quente. Vestem camisas de burel fino, só isso, e a água escorrida, faz o tecido transparente e revela-lhes as carnes apetecíveis. Ao princípio achei estranho que usassem bragas por debaixo. Engano meu, aquelas bragas negras eram fartas pentelheiras que subiam até à covinha do umbigo. Coisa bonita de se apreciar. Não sei se por me terem visto, viraram-se de costas, dão risadinhas, devem fazer de propósito. Mais outras duas em camisa e também de “calções negros” juntam-se às primeiras: baixavam-se como se quisessem apanhar coisa no fundo, mergulhavam os braços e moviam os quadris e arredondavam mais as nádegas, opulentas, na minha direcção. Estava eu nisto, soerguido nos cotovelos, para melhor ver, sem recato algum, quando me surgiu o Zé com a pesca. Por momentos pareceu-me surpreender um olhar estranho, talvez de reprovação pela minha indiscrição. “Queres ir ao banho?” – respondi com mais palavras do que era costume: “de onde eu sou só se toma banho uma vez por ano, e demais levo a vida na água, e se tombar nela, é muito mau sinal. Passa-me aí o almude… do vinho… e esse peixe assado quando é que ele aparece?”
A noite como se anunciava, veio quente assoprada por uma brisa vinda do nascente. Não havia sono, ficámos na conversa por muito tempo.
– Estou a pensar embarcar. No almoxarifado estão a pedir carpinteiros de bordo. Ganha-se melhor e aqui somos muitos e às vezes não há trabalho. Agora eles fazem assim, quando querem fazer um barco novo, em vez de o encomendarem sem mais, como se dantes, não senhor, levantam um “pregão de obras”. E depois vai um genovês e arrebanha a obra, vem com pessoal seu e nós ficamos sem trabalho… – fez uma pausa e retomou a conversa, devagar e baixinho como se falasse consigo próprio – Também é bem feito, já há quem abra o olhos e resmungue: o barato sai caro, são construções que não aguentam mais que uma ou duas viagens de mar, abrem-se todos pelas costuras, é o que dá porem só um cordão…
Depois, de repente, vira-se para mim e pergunta: “já mataste alguém?” – e como eu não lhe respondesse, insistiu: “é que com o mester que tens?...”
– Oh Zé, meu amigo Zé, obrigado por essa de meu mester, muita gente não diria isso acerca do que tenho feito e faço… quanto ao resto sabes, o melhor – deixei correr uma pausa – é não te meteres nisso.
– Lembras-te de me teres perguntado, naquela noite, da última vez que cá estiveste, qual era a melhor nave… daquelas que estavam ali em Santos?
– Sim, lembro, era a “Cais de Rouen”, um barinel de franceses! e o que é que tem?
– No dia seguinte ela foi assaltada e levaram-na, foi logo pouco depois de Cascais, foram vocês não foram?
– Claro, pois! tu próprio disseste que de todas as embarcações aquela era a melhor!
Fomos bebendo e bebendo, mudou-se de assunto e as conversas seguiram, horas passaram. Lembro-me de termos falado muito, se calhar de mais. Às tantas perguntou-me que ideia é que eu tinha de Portugal. “Ideia como?”
– Sim ideia – insistiu ele – tu que és tão viajado deves ter uma ideia, já viste tanto mar e tanta terra, partes de cima, de baixo e dos lados e não sabes como é Portugal?
– Eu não! sei que o Alqueidão da Serra, onde nasci, é numa saída de dois montes que vêm por sítios diferentes, e daí sei ir aonde se constrói o mosteiro e até Leiria era capaz de achar caminho. O resto não sei… sei Lisboa, sei o mar, sei do mar de África, do Algarve, de Veneza, de Génova, da Sicília, mas o que é que queres dizer com isso?
– Assim, olha: aqui é a Arrentella, onde estamos, do outro lado do rio chamam àquilo Amora, para ali onde se põe o sol é o lugar de Corroios e Almada, daquele lado, na direcção de baixo é o Seixal, de onde se sai no Tejo.
– E que é que queres dizer com isso? – “isto!” – e começou, ele que queria ser desenhador de beques, com um graveto a riscar o chão iluminado pela lua – “aqui é onde estamos, depois dou assim uma curva e é a Amora, depois risco por aqui e é o Seixal – levantou o graveto apontou a forma e concluiu – parece uma cabaça. E Portugal como é? é redondo? quadrado? aqui é o mar, para cima e para baixo de Lisboa, isso eu sei, mas faz alguma curva? E para dentro, onde pára a terra, vai até onde? até Alqueidão da Serra? Diz-me, correndo os sítios todos, como se do céu se riscasse o que fica em baixo, que forma tem? de uma ânfora?, de uma pele de cabra esticada? estreita como uma galé ou bojuda como a barca do biscoito?
– Tás mas é grosso! – Excelente que era o vinho do Seixal, de tal gustação que eu o deixei de ver embora tivesse ficado com uma ideia de que a mulher o veio puxar para o leito. Ele foi, pudera. Eu fiquei onde estava, uma espécie de palheiro arruinado, a dois passos da casa. Acho que ainda gritei: “tens para aí alguma mulher dessas de bragas pretas!”…
 
… Fiz um pouco de pressão com a lâmina, deixei que ele visse a morte. Só depois guardei o punhal e devagar fui-me pondo de pé.
Levantou-se também, nem se atrevia a dar um passo, tremia das pernas que dava para ver. Num gesto de raiva olhei a águia que cruzava os ares, armei a besta e rápido disparei um virotão. A águia caiu aos nossos pés, varada, morta antes de se abater na terra. Cuspi-lhe em cima com todas as ganas. Atirei para longe a besta enquanto lhe gritava, apontando a ave morta: “tens muito de praticar para teres pontaria! e tomates também!” − e virei-lhe as costas. O cabrão ainda teve coragem para me gritar: “ Mataste-o, mataste o mestre Nuno?”
– Não matei ninguém, a ordem do capitão foi de mandar todos pela borda fora! – respondi, com olho negro, como se quisesse jurar que tudo fora feito sem piedade…


                Não esqueçam Sexta-feira 4 de Abril  18,30 horas




terça-feira, 25 de março de 2014

Trásdaponte - 3ª Gala Torrense




A Banda da Timbre esteve presente na 3ª Gala do
F. C. Torrense, realizada no último fim de semana na
Torre da Marinha

sexta-feira, 21 de março de 2014

Trásdaponte - Apresentação de Livro


O seixalense Júlio Mira, convida todos os
visitantes do "Trásdaponte" a participar na
apresentação do seu livro Maresias, que
terá lugar, aqui ao lado, no Fórum Cultural
do Seixal.
 

quarta-feira, 12 de março de 2014

Trásdaponte - A Timbre em Concerto


A Banda da Timbre vai estar presente na 3ª Gala do
Independente F. C. Torrense.

Pavilhão Desportivo na Torre da Marinha

quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014

Trásdaponte - Os Dez de Tânger


Novo livro de Eduardo Palaio
 
Sobre a obra:
Os Dez de Tânger centra-se nos caminhos tortuosos de uma expedição feita por soldados desconhecidos, nos segredos do povo miúdo arrebanhado para a guerra. Trata-se de uma história épica de dez homens com vidas reais que partiram à aventura de novos horizontes numa expedição ao Norte de África. Um episódio que ficará para sempre guardado nos anais da nossa História.

1415
Início da conquista de terras para o Norte de África.
A tomada de Ceuta.

1423
Primeira das mais mortíferas epidemias do Século XV
No Reino de Portugal

20 de Setembro, 05H00, de 1437
Primeiro ataque frontal a Tânger

12 de Outubro de 1437
D. Henrique, Comandante Supremo do Contingente Português, decide-se pela rendição. O seu irmão D. Fernando é feito refém.
Sobre autor:
Eduardo Palaio é natural do Seixal. Trabalha ainda como muralista, cartoonista e pintor. Estreou-se na literatura em 1980. Em 2010, foi galardoado com o Prémio Nacional do Conto Manuel da Fonseca e, em 2011, recebeu o Grande Prémio de Conto Camilo Castelo Branco da Associação Portuguesa de Escritores.