sexta-feira, 31 de março de 2017

Trásdaponte - Praça antiga

Largo da Praça - Seixal

Na déc. de 80 do séc. XX, era assim o mercado aos sábados
de manhã. Em segundo plano o antigo mercado.

Foto de Fernando Rocha

quarta-feira, 29 de março de 2017

Trásdaponte - Elso Roque



Já aqui no Trásadaponte, falámos de Elso Roque, um Trásdapontense
nascido na rua dos Valentes em 1939.
Voltamos hoje, para o felicitar, por ter recebido o prémio
"Sophia 2017" ( prémio carreira ).Atribuído pela Academia
Portuguesa de Cinema.

Parabéns Elso

 

segunda-feira, 20 de março de 2017

sábado, 10 de dezembro de 2016

Trásdaponte - Almoço





Eles aí estão. Mais uma vez o Grupo de Amigos de Trásdaponte,
em convívio numa grande almoçarada. Segundo rezam as crónicas,
da ementa fazia parte um tacho de arroz de cabidela, já cá tomara.
No fim, segundo dizem, houve fados e guitarradas.

Pelas minhas contas, agora na época das "festas" vai ser sempre
a abrir.
Bom proveito.
 

quinta-feira, 1 de dezembro de 2016

Trásdaponte - Noite Sevilhana


Timbre Seixalense, déc. de 50 do séc. XX.

Baile na Timbre "Noite Sevilhana".

Esta foto já foi publicada no Trásdaponte em 2011.

Impõe-se novamente a sua publicação,como forma de
prestar homenagem a Portugalina Tavares


Clique na imagem para ampliar

sexta-feira, 25 de novembro de 2016

Trásdaponte - Almoço de Amigos




Mais um almoço dos amigos de Trásdaponte.
Dizem que foi cozido à portuguesa.

Pelas fotos enviadas,devem estar no início, como acabou
não sabemos.

sexta-feira, 4 de novembro de 2016

Trásdaponte - Encontro de Bandas - 2016




Estas sim, são as fotos correctas do Encontro de Bandas,
realizado na Timbre em Outubro de 2016.

Pelo lapso pedimos desculpa.

quarta-feira, 19 de outubro de 2016

Trásdaponte - SeixalJazz


17ª Edição do Festival Internacional SeixalJazz de 21 a 29
de Outubro no Fórum Cultural do Seixal, aqui mesmo ao lado.
 

terça-feira, 11 de outubro de 2016

Trásdaponte - Foto


Cinco Trásdapontenses encontram-se no Oculista do Seixal.
Será que as cataratas já rondam ?

Foto enviada pelo Atchixa
 

segunda-feira, 26 de setembro de 2016

Trásdaponte - Obras















À atenção dos Trásdapontenses e Seixalenses que vivem no
estrangeiro

Obras na nossa Terra. Esperemos que tudo se recomponha,
a tempo de nos apanhar com vida.
 

quinta-feira, 22 de setembro de 2016

Trásdaponte - Foto


Muitas fotos sobre Trásdaponte já foram publicadas.
Fica mais uma, esta inédita.
Foto de 3 de Setembro de 2016


Clique na foto para ampliar

quarta-feira, 7 de setembro de 2016

        EXPOSIÇÃO DE PINTURA E DESENHO de Eduardo Palaio  "ROSTOS DO SEIXAL"
                             
A exposição terá lugar na Praça Luís de Camões no Seixal nos dias 17,18, 24 e 25 de Setembro
de 2016 das 10 às 18 horas.

   A iniciativa está integrada num ciclo da C.M. do Seixal relacionado com o Património

                                             
                                            Alguns dos 32 quadros da exposição














A imagem mais impressiva da minha infância no Seixal tinha por cenário uns quarenta metros, que abarcava parte do vai e vem dos trabalhadores da Mundet, ao som do “búzo”: antes das oito, ao meio dia, aos dez para a uma, à tardinha.
Ao meio dia, para os que como eu viviam no sítio da maltinha do beco (pertencente aos de Trás-da-Ponte) o “vem” do rio de gente começava a aparecer a seguir ao Poço das Torneiras, passava rápido pelo Américo , pelo Agulhas e Alfinetes, pelo António do Burro, pela Barroca da Angelina Pinto, frente à qual fica o n.º 98 da tipografia, e a Adozinda a morar por cima, logo colada a loja da Suzete que é do Emílio Rebelo; e desaparecia para lá da “Comprativa” minguando à medida que entravam nas casas para a bucha apressada e sopa.
Na volta, o mesmo, com paragem de alguns na barbearia do César Tápum, frente à casa do Bétinha que tinha no primeiro andar o Custódio maluco, tudo do lado do António do Burro e do Agulhas… - para lerem “A Bola” e dar à má língua. E outra vez a desaparecerem apressados na curva da Loja do Américo e da taberna do Elói.
À tarde tardinha o desfile era mais lento, o da gente da Mundet. Paravam aqui e ali. Uns ficavam pelo César Tápum, outros, logo a dois passos, a seguir à tipografia, na loja da Suzete que é do Emílio Rebelo e, se era tempo de verão, muitos  para a “verbena” uns a comer “lamejinha” outros a servir às mesas e ao balcão, enquanto não se fazia hora de ir para o ensaio da banda, chegar a horas que o Ferreira, o maestro, tem cara de mal-disposto (o Ferreira ou o “Parteira” que também não é de cara-alegre).
Dos que seguiram para diante, uns e umas entram na “comprativa” ou para o avio, ou para a conversa ou vestem uma bata, feito caixeiros improvisados, pegando ao trabalho (sem qualquer paga) no rés-do-chão, na taberna ou nos dois andares de cima; drogaria, mercearia, fancaria e senhas para o pão, no armazém, onde for preciso para bem da “Cooperativa Operária de Consumo 31 de Janeiro de 1911”.
E recordo a menina de onze anos, mais nova do que eu um ano e pouco, que aprendia costura  na modista Angelina, mesmo frente à loja da Suzete que era do Emílio Rebelo, onde se juntavam homens jovens com pretensão de discutir o mundo.
Cem passos dos meus, de uma ponta à outra. 

                                                                                                       Eduardo Palaio                             

segunda-feira, 5 de setembro de 2016